terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O tudo que é muito

Alcançar a paz interior necessária para nos acalmar de todos os sentimentos e vontades que passamos por em apenas um dia é algo que exige muito da nossa mente e do nosso espírito.
A raiva que faz o maxilar enrigecer, a dor ou o riso que nos fazem chorar e a inquietude que nos atormenta ao meio do dia é de enlouquecer qualquer doido. Acho que o transtorno é maior ainda quando todos esses sentimentos envolvem as pessoas por quem tanto prezamos.
É tudo muito confuso quando não sabemos de todas as histórias e mais complexo ainda quando estas são muitas.
O ex que se magoou e quer magoar; o amigo insubstituível, na melhor fase da amizade, que foi pra longe; o outro que, depois de tanto tempo longe, se tornou em outra pessoa; as amigas que se distanciaram por culpa de uma nova rotina; a vontade de querer fazer do mundo um lugar conhecido.

Semblante da Flor(ner) vem chegando pra relembrar todos os anteriores. Quem sabe eu volto pra cá.

4 comentários:

  1. Pois eu amaria vê-la de volta. Ontem mesmo entrei no antigo Inflame para ver algo de você e vi que ele tinha sido excluído. Dai hoje me deparo com seu comentário, dizendo que está pensando em voltar...
    VOLTA, VOLTA, VOLTA!
    Bjitos!

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  2. Concordo com a Lu: VOLTA, VOLTA, VOLTA! Nem que seja sem compromisso, escrevendo só quando der na telha, sem nenhuma responsabilidade mesmo. Assim, é muito mais legal, quando deixamos de ver o blog como uma "obrigação". As atualizações fluem, a relação é tão mais deliHá algo de muito errado com você quando você sai para comprar presentes de Natal, e volta com a bolsa cheia de chocolates só para si. ciosa. Please, Gabi, seu blog faz falta, então voooolta *.*

    Anyways, alcançar uma paz interior é, sim, uma tarefa árdua. E - ao mesmo tempo - é a coisa mais fácil. Hoje, absolutamente do nada, dentro do cinema, alcançei a minha. Foi súbito e inesperado e eu não precisei mover um músculo.

    Não deu para entender com perfeição tudo (imagino que seja essa a intenção), mas espero que tudo aí se ajeite e você arranje a sua paz de espírito. Esperançosamente, escrevendo, e escrevendo aqui x)) Ajuda, acredite!

    E quanto ao meu trabalho em Latim... Eu não lembro se contei, mas passei pra Direito! Daí tenho aula de Latim, e por conta de uma greve maldita que meu professor (e tantos outros da universidade, mas, dos meus, só ele entrou) adentrou, eu tenho que fazer uns trabalhos de Latim que valerão como prova e entregar em Janeiro. E até hoje eu tive aula, mas, ainda bem, hoje foi a última x) E você? De férias?

    Beijos, Gabi! Fica bem =)

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  3. Acho que, como diria, o refrão popular a voz do povo é a voz de Deus. VOLTA!

    Se até eu voltarei um dia, você tem OBRIGAÇÃO de voltar. Ainda mais com essas postagens cheias de chiqueês sem que a leitura fique pesada. Queria aprender a escrever que nem você, nerd do ENEM.

    Tô com saudade de você Gabi, talvez melhor se tivessse você aqui. Consigo até rimar ó.
    Se até meu pai acompanha teu blog, quem sou eu, mesmo do outro lado do Atlântico, para ignorá-lo?

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  4. Gift em ingles significa "presente", mas tambem significa "dom". Para mim um "dom" é um "presente" dado por Deus. Voce, assim como o João, possuem o dom da escrita de forma doce e fluída. Nao permitam que pessoas menos afortunadas interfiram no uso deste dom que nos alegra e tanto nos faz bem.
    Alem do que, guardar para si, sem externar o sentimento, as vezes torna a pessoa amarga e triste. Não deixe que isto aconteça contigo.
    Boa sorte Gabi.
    Pai do João

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